domingo, 8 de julho de 2018

Morre Pioneiro das Gravações Gospel no Brasil

Faleceu nesse último dia 07 de julho o cantor mais antigo em atividade (segundo o Guinness Book), Feliciano Amaral, aos 97 anos. O Pastor estava internado desde o doa 20 de junho em um hospital particular de Porto Velho, Rondônia, onde morava há apenas quatro meses.


Nascido na Cidade de Miradouro no estado de Minas Gerais, era filho de Júlio Augusto do Amaral e de Palmira Maria da Conceição, foi músico, sapateiro e cantor popular. Foi batizado em 7 de março de 1943, na Igreja Batista de Muriaé.


Já na cidade do Rio de Janeiro, estudou Teologia no Seminário Teológico Betel. Pastoreou várias igrejas inclusive a Primeira Igreja Batista da Pavuna, onde foi seminarista. Em 1947 casou-se com Elza Rocha do Amaral.

Começou as atividades como cantor evangélico em 1948, com a gravação do 1º disco de 78 rpm do catálogo da gravadora Atlas, ligada à Convenção Batista Brasileira. Este é um dos primeiros registros sonoros de música evangélica do País, mesmo sendo antecedido de outras produções.



*Um dos primeiros discos compacto do Pastor Feliciano Amaral, ainda em 45 rpm*

Em 1953 foi organizada a Primeira Igreja Batista de Croslândia com membros oriundos da Primeira Igreja Batista de Montes Claros-MG, O pastor Feliciano do Amaral e sua esposa Elza Rocha do Amaral desenvolveu um ministério até 1967 quando retornou a Belo Horizonte. a Primeira Igreja Batista de Croslândia foi a base para organizar outras igrejas na região. O templo foi reformado em 2008 pelo Pr. Cláudio Pereira da Costa com recursos do patrimônio histórico.

*LP prensado no fim dos anos 60*

Conhecido como Rouxinol do Sertão, Feliciano Amaral participou da famosa cruzada do pastor norte-americano Billy Graham, no Rio de Janeiro, em 1974 no estádio do Maracanã.

Feliciano Amaral também está no Guiness Book como o cantor que está há mais tempo em atividade no mundo. No meio evangélico, depois de Feliciano Amaral atuando como cantores vieram Luiz de Carvalho (in memoriam- gravando o 1º LP evangélico em 1958, intitulado "Musical Boas Novas"), Edgar Martins (in memorian), Josué Barbosa Lira (in memorian), Victorino Silva, dentre muitos outros pioneiros da música evangélica desta época.
Feliciano Amaral interpretou canções como: "Oração de Davi", "Céu aberto", "O mar", "Ao meu Redor", "O Rosto de Cristo", "Rio Profundo", "Sou Filho do Rei", "O Jardim de Oração", entre outras.

*Recebendo o título de cidadão pernambucano em 2016*

Em 2003 Feliciano Amaral recebeu um reconhecimento público, quando completou 83 anos, uma Moção de Aplausos e Congratulações da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A homenagem foi requisitada pelo deputado Aurélio Marques, como reconhecimento pela dedicação de Feliciano Amaral à obra de Deus e á música cristã.

Em 2007, o cantor gravou o primeiro DVD ao vivo de sua carreira, em Recife, na Igreja Missionária Canaã do pr. Geziel Gomes.

Em 2010, foi agraciado com a Medalha do Mérito Pedro Ernesto, a maior comenda da Cidade do Rio de Janeiro pelo transcurso de seus 90 anos, foi uma homenagem com a presença de mais de 500 pessoas em solenidade coordenada pelo Pastor Marcos Rodrigues Martins.

*Fonte: Wikipedia
              G1.com.br

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Morre Gilberto Milfont

Eis o tipo de notícia que a mídia não cobre. Até os colecionadores de discos da velha guarda e conhecedores mais afins de nossa música poderiam estar se perguntando ainda: que fim levou Gilberto Milfont? Infelizmente apenas pelas pequenas notas de falecimento ou dos serviços de informação online, tão prestimosos hoje nos dão esses choques...

Faleceu nesse dia 13, na cidade do Rio de Janeiro, aos 95 anos de idade, o cantor e compositor Gilberto Milfont, nome artístico de João Milfont Rodrigues, nascido em Lavras da Mangabeira, Ceará no dia 7 de novembro de 1922. Iniciou sua carreira artística na velha PRE-9 (Ceará Rádio Clube). 
Foi para o Rio de Janeiro em 1946 levado pelos Vocalistas Tropicais. Seu primeiro disco como cantor foi "Geremoabo" e "Maringá", ambos de autoria de Joubert de Carvalho, em disco Victor 80-0434 de 22/05/1946. Como compositor, sua primeira música gravada foi "Esquece", por Dick Farney na Continental. 
Autor de mais de 500 composições musicais, com participação em mais de 40 LPs, em 1947 apareceu seu primeiro sucesso de carnaval, “Meu Prazer”, da autoria de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira. No ano seguinte, assim como em 1949 e 1950, ganhou sucessivos carnavais cariocas, com as músicas “Um Falso Amor”, “Batendo Cabeça” e “Pra Seu Governo”, todas da autoria de Haroldo Lobo.

Aplaudido nos melhores palcos brasileiros, Gilberto Milfont gravou pela RGE, RCA, Chantecler, Continental, fez a série Cem Anos de Música Popular Brasileira e, no final dos anos 60, num concurso de âmbito nacional, foi sagrado o melhor seresteiro brasileiro. Entre seus sucessos gravados cabe destacar: “Pra Seu Governo”, “Senhora”, “Gereboabo”, “Batendo Cabeça”, “Maringá”, “As Aparências Enganam”, “Castigo” e “Timidez”. E a sua mais conhecida composição musical, “Reverso”, foi gravada por Sílvio Caldas, Orlando Silva, Dalva de Andrade,Chico Alves, Tito Madi e Trio Los Panchos (no México). Foi membro da Comissão de Assuntos Culturais do MEC, para onde foi aprovado, aliás, em 1º lugar, pertencendo à geração dos melhores nomes da MPB, como Sílvio Caldas, Orlando Silva, Dalva de Oliveira, Chico Alves, Carlos Galhardo, Altamiro Carrilho e Nélson Gonçalves. Em 1978, foi escolhido para integrar o Projeto Pixinguinha que percorreu o Brasil de Sul a Norte, divulgando a MPB. E à sua carreira de artista foram dedicados dois programas do Mobral-Projeto Minerva, e as glórias e conquistas de sua vida artística mereceram reportagem dos principais jornais e revistas do Brasil. Seu nome figura na Enciclopédia da Musica Popular Brasileira (São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999); e bem assim no livro Lavrenses Ilustres (3ª ed.: Fortaleza, RDS Editora, 2012), de autoria de Dimas Macedo.


Para nossa tristeza, mais um grande nome da Música popular Brasileira parte para integrar o Panteão das grandes vozes, mas que deixaram seu registro imortal perpetuada na cera de nossos velhos bolachões.

Fonte: Wikipedia
            Arquivo Nirez

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Morte Cala a Voz de Cauby Peixoto

Cauby Peixoto morreu na noite do dia 15 de maio de 2016, aos 85 anos, em São Paulo. O cantor morreu por volta das 23h50. Ele estava internado devido a uma pneumonia, desde o dia 9 de maio no Hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo.


A última apresentação do artista ocorreu no dia 3 de maio de 2016, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Cauby cantou ao lado de cantora Ângela Maria com quem estava em turnê de comemoração de sessenta anos de carreira.

Cauby iniciou sua carreira artística no final da década de 1940. Estudou em um Colégio de Padres Salesianos em Niterói, onde chegou a cantar no coro da escola e também no coro da igreja que frequentava. Cauby trabalhou em um comércio até resolver participar de programas de calouros no rádio, no final da década de 40, no Rio de Janeiro.

Sua voz era caracterizada pelo timbre grave e aveludado, mas principalmente pelo estilo próprio de cantar, que incluía extravagância e penteados excêntricos. Proveniente de uma família de músicos, o pai (conhecido como Cadete) tocava violão, a mãe bandolim, os irmãos eram instrumentistas, as irmãs cantoras e o tio pianista. Sobrinho do músico Nonô, pianista que popularizou o samba naquele instrumento, Cauby também era primo do cantor Ciro Monteiro.

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Morre Luiz de Carvalho, Pioneiro da Música Gospel

Faleceu na madrugada desta terça-feira (17) o cantor Luiz de Carvalho, 90 anos, o percussor da música gospel no país.

A notícia foi confirmada na página oficial do cantor no Facebook, o comunicado diz que ele faleceu por volta das 4h30 da manhã.

Nos últimos dias a família usava as redes sociais para dizer que o estado de saúde do cantor era grave. Ele estava internado na UTI após sofrer um AVC no final do mês de outubro.

Luiz de Carvalho tem mais 40 álbuns lançados, 2 DVDs e um livro. Sua obra chegou a ser homenageada durante o Troféu Promessas de 2012, não apenas pelo sucesso que fez, mas principalmente por ter marcado a história da música evangélica.

Nascido em 16 de maio de 1925, natural da cidade de Bauru (SP), Carvalho começou a cantar quando criança, aos dez anos já saiu de casa para trilhar a estrada da música até que na adolescência passou a ser conhecido como “Menino de Ouro” assinando contrato com gravadoras e ganhando notoriedade.

Apenas em 1947 ele aceitou a Cristo, depois de viver uma vida de fama, dinheiro e mulheres. Ele foi evangelizado quando liderava o grupo Havaiano e aceitou a mensagem da Cruz.

Depois de convertido, Luiz de Carvalho resolveu utilizar seu talento para levar o Evangelho e assim iniciou sua trajetória ministerial que tem mais de 60 anos.

O velório do cantor está marcado para acontecer as 20h desta terça até as 9h de amanhã na Igreja Batista Paulistana. O sepultamento vai acontecer às 11h30 no Cemitério Vila Euclides em São Bernardo do Campo.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Morre a Cantora Cláudia Barroso

Morreu hoje em Fortaleza, aos 83 anos de idade, a cantora e compositora mineira Amélia Rocha Barroso, conhecida profissionalmente por Cláudia Barroso e cognominada “Rainha da música brega”.
Foi vítima de problemas respiratórios no Hospital Regional da Unimed, onde estava interna ha semanas.

O velório está ocorrendo no Cemitério Jardim Metropolitano, no Eusébio, onde ocorrerá o sepultamento no domingo.

Perdeu o pai tragicamente aos sete anos de idade o que fez com que sua mãe e mais quatro filhos se mudassem para Santo Antônio de Pádua, Rio de Janeiro.

Há anos que Cláudia Barroso residia em Fortaleza, mais precisamente em Messejana e sempre fazia suas apresentações no sudeste, com shows no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Casou-se aos 15 anos de idade mas logo separou-se.

Iniciou sua carreira nos anos 1960 apresentando-se em programas de calouros, sendo contratada pela Rádio Nacional após conquistar o primeiro lugar no programa de Renato Murce.

O primeiro disco que gravou foi um 78 rotações da Odeon, o 14.785 de fevereiro de 1962 com “Fica comigo esta noite”, samba canção de Adelino Moreira e Nelson Gonçalves e “Não, eu não vou ter saudade”, rock balada de Michel Vaucaire e Charles Dumont em versão de Romeu Nunes. Seguiu-se “Prisioneira”, tango de Bolinha e Luizinho, onde ela canta em dueto com Luiz Carlos, disco Orion R-97 de julho de 1962.



Em 1971 lançou pela Continental o LP “Cláudia Barroso”, que trazia três faixas de sua autoria: “Quando você errar”, “Quem mandou você errar” e “A vida é mesmo assim”.
Cláudia Barroso teve um romance com o cantor baiano Eurípedes Waldik Soriano e participou como jurada em alguns programas de televisão como o “Programa Sílvio Santos” (na época na Globo) e “A buzina do Chacrinha”.

Cláudia Barroso nascera em Ipirapitinga, Minas Gerais em 23 de abril de 1932.

Fonte: www.facebook.com/miguelnirez.azevedo

sábado, 3 de outubro de 2015

Dez anos sem Emilinha Borba

Assim, se passaram Dez anos... Quem conhece um dos maiores sucessos de Emilinha Borba sabe que essa primeira fala cai bem com o dia de hoje. Daí, já se vai uma década sem a maior Rainha do Rádio - ou a segunda maior, segundo o cordão dos "marlenistas". 

Emília Savana da Silva Borba, nasceu no Bairro da Mangueira, na cidade do Rio de Janeiro em 31 de agosto de 1923. Era filha de Eugênio Jordão da Silva Borba e Edith da Silva Borba.

Ainda menina e contrariando um pouco a vontade de sua mãe, apresentava-se em diversos programas de auditório e de calouros. Ganhou seu primeiro prêmio, aos 14 anos, na "Hora Juvenil", da Rádio Cruzeiro do Sul. Cantou também no programa "Calouros de Ary Barroso", obtendo a nota máxima ao interpretar "O X do Problema", de Noel Rosa. Logo depois, começou a fazer parte dos coros das gravações da Columbia.

Formou, na mesma época, uma dupla com Bidú Reis, chamada As Moreninhas. A Dupla se apresentou em várias rádios, durante cerca de um ano e meio. Logo depois, a dupla gravou para a "Discoteca Infantil" um disco em 78 RPM com a música "A História da Baratinha", numa adaptação de João de Barro. Desfeita a dupla, Emilinha passou a cantar sozinha e foi logo contratada pela Rádio Mayrink Veiga, recebendo de César Ladeira o slogan "Garota Grau Dez".

Em 1939 foi convidada por João de Barro para participar da gravação da marcha Pirulito cantada por Nilton Paz, sendo que no disco seu nome não foi creditado, apenas o do cantor.

                                                                                  Em março do mesmo ano grava, pela Columbia e com o nome de Emília Borba, seu primeiro disco solo em 78 RPM, com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu conjunto, com o o samba-choro Faça o mesmo, de Antônio Nássara e Eratóstenes Frazão e o samba Ninguém escapa de Eratóstenes Frazão. Em 2003, após 22 anos sem gravar um trabalho só seu, a Favorita da Marinha lançou o CD "Emilinha Pinta e Borba", com participações de diversos cantores como Cauby Peixoto, Marlene, Ney Matogrosso, Luís Airão, Emílio Santiago, entre outros, vendendo este de forma bem popular, na Cinelândia, em contato com o público, assim como Eliana Pittman e Agnaldo Timóteo e, também lançou no início de 2005, o CD "Na Banca da Folia", para o carnaval do mesmo ano, com a participação do cantor Luiz Henrique na primeira faixa - Carnaval Naval da Favorita e de MC Serginho na quinta faixa, Marcha-Funk da Eguinha Pocotó, conforme informa o site Cantoras do Brasil.

Emilinha continuou fazendo espetáculos pelo Brasil inteiro, tendo marcado presença, nos seus três últimos anos de vida, em vários estados brasileiros como Pernambuco, Ceará, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Bahia.

Morreu na tarde do dia 3 de outubro de 2005 de infarto fulminante, enquanto almoçava em seu apartamento no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, aos 82 anos.

Fonte: Wikipedia

Centenário do Cantor das Multidões

Há exatos 100 anos nascia um dos maiores ícones da Música Popular Brasileira, Orlando Garcia da Silva, ou simplesmente Orlando Silva.

Considerado como um dos Quatro Grandes da Velha Guarda (junto com Francisco Alves, Carlos Galhardo e Sílvio Caldas), podemos dizer que o Orlando é o primeiro cantor de sucesso em massa, que teve numa feliz coincidência com o início da popularização dos programas de rádio no Brasil.

Orlando Silva nasceu num 3 de outubro de 1915, no Engenho de Dentro (rua General Clarindo, hoje rua Augusta), subúrbio do Rio de Janeiro. Seu pai, José Celestino da Silva, era violonista e participou com Pixinguinha de serenatas, peixadas e feijoadas. Orlando viveu por três anos neste ambiente, quando, então, seu pai faleceu vítima da gripe espanhola.

Teve uma infância normal, sempre gostando muito de violão. Na adolescência já era fã de Carlos Galhardo e Francisco Alves, este último um dos responsáveis por seu sucesso. Seu primeiro emprego foi de estafeta da Western, com o salário de 3,50 cruzeiros por dia. Foi então para o comércio e trabalhou como sapateiro, vendedor de tecidos e roupas e trocador de ônibus. Quando desempenhava as funções de office boy, ao saltar de um bonde para entregar uma encomenda, sofreu um acidente, tendo um de seus pés parcialmente amputado, ficando um ano inativo, problema sério, já que sustentava a família.

Foi Bororó, conforme o próprio relata no filme O cantor das multidões que o apresentou a Francisco Alves, que ouviu Orlando cantar no interior de seu carro, decidindo imediatamente lançá-lo em seu programa na rádio Cajuti. Nos seis ou sete anos seguintes, tornou-se um grande sucesso, considerado por muitos a mais bela voz do Brasil, contando inclusive com a estima do próprio presidente Getúlio Vargas. Atraía os fãs de tal forma que o locutor Oduvaldo Cozzi passou a apresentá-lo como "o cantor das multidões", conforme relata no filme com o mesmo nome.

Como muitos cantores, envolveu-se no mundo das drogas ou, como dizia-se na época, "com tóxicos". É possível que estas tenham entrado na vida de Orlando quando, recuperando-se de dolorosa cirurgia nos dentes, ele recorreu aos mesmos derivados de morfina que o haviam aliviado quando operou o pé. 

Uma passagem digna de nota diz respeito a uma das composições de Herivelto Martins, "Apogeu", gravada pelo Francisco Alves: "Depois que você está no apogeu, esqueceu do maior amigo seu. Mas se você fracassar, pode me procurar porque, o pouquinho que tenho chega também pra você", aludindo o afastamento de Orlando do círculo de amigos próximos, sem saberem que era decorrente das drogas e não de orgulho.

O próprio Orlando disse que fez escola situando sua voz entre a do Chico Alves que "tinha voz mas não tinha interpretação" e a do Sílvio Caldas que "tinha interpretação, mas não tinha voz". Seguindo a "tradição" dos grandes cantores brasileiros, caiu no ostracismo, sendo seu último LP de linha o "Orlando Silva, Hoje".

Fonte; Wikipedia
            http://www1.folha.uol.com.br/